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Livros - Coleção Volta Ao Mundo Em 7 Clássicos - Lacrado

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Características principais

Título do livroColeção Volta ao mundo em 7 clássicos
SérieVolta ao mundo em 7 clássicos
AutorAnton Tchekhov, Machado de Assis, Natsume Soseki, Edith Wharton, Katherine Mansfield, Virginia Woolf, Sol Plaatje
IdiomaPortuguês
Editora do livroTAG
Edição do livro1ª edição
Cor da capaAzul-claro
Capa do livroDura
Volume do livro7 volumes
Tamanho da fontePadrão
Com índiceNão
Ano de publicação2022

Outras características

  • Altura: 22 cm

  • Largura: 16 cm

  • Com páginas para colorir: Não

  • Com realidade aumentada: Não

  • Gênero do livro: Clássicos

  • Tipo de narração: Conto

  • Coleção do livro: Volta ao mundo em 7 clássicos

  • Idade mínima recomendada: 16 anos

  • Idade máxima recomendada: 99 anos

  • ISBN: 9786588526194

Descrição

Prepare-se para pensar o mundo com outros olhos! A TAG Trilhas Volta ao mundo em 7 clássicos é composta por 7 livros em edição exclusiva e capa dura, selecionados para conduzir você por todos os continentes do mundo e ir das autorias mais famosas às menos conhecidas — mas tão importantes quanto — e por um curso de literatura clássica que pode ser o seu guia para entender e se apaixonar ainda mais pelas obras, assim como fazem os melhores guias de turismo.

O duelo, de Anton Tchékhov
Rússia (1891)

Esta é uma das incursões mais potentes do celebrado Anton Tchékhov (1860-1904) pela narrativa longa, que já foi adaptada várias vezes para o cinema e para o teatro. Neste clássico russo, acompanhamos a história de Nadiéjda e Ivan Laiévski - jovem casal de intelectuais que se muda de São Petersburgo para uma cidadezinha litorânea do Cáucaso, à beira do mar Negro, com sonhos de uma vida de trabalho simples e contato com a natureza. A perspectiva de idílio é ameaçada pelo caráter incerto de Laiévski, pelo jogo e pela bebida, e este acaba sendo desafiado para um duelo no qual certamente perderá a vida.

Esaú e Jacó, de Machado de Assis
Brasil (1904)

Dois jovens bem-nascidos, os gêmeos Pedro e Paulo, digladiam-se em intermináveis conflitos e reconciliações desde o útero da mãe até o começo da idade adulta. Os irmãos lutam pelo amor da jovem Flora Batista, cujo enredo é narrado em terceira pessoa pelo conselheiro Aires - alter-ego de Machado de Assis, que usa o personagem para as suas reflexões autorais. Com “Esaú e Jacó”, penúltimo livro escrito por esse grande autor brasileiro, Machado inventa um novo estilo de narrar e consolida uma das características mais responsáveis por eternizá-lo na literatura brasileira e mundial: sua grande capacidade em desenvolver e aprofundar o psicológico de seus personagens


A casa da alegria, de Edith Wharton
Estados Unidos (1905)

Clássico da literatura estadunidense e mundial, A casa da alegria retrata a subjetividade feminina, o empoderamento e a própria construção do que é ser mulher no início do século XX. Ambientado na Nova Iorque do início do século XX, este romance revela a alta sociedade estadunidense e seus hábitos, desejos, segredos e ostentações. Em meio a essa realidade, encontra-se Lily Bart, uma jovem linda e bem educada que se vê financeiramente desamparada após a morte de seus pais. Ela é, então, acolhida pela tia, a única parente que se dispõe a ajudá-la, e passa a fazer o possível para se manter entre os grandes figurões da sociedade, embora suas condições não permitam que mantenha seus luxos.

Coração, de Natsume Soseki
Japão (1914)

No Japão do início do século XX, ainda mais do que no resto do mundo, tudo que era sólido se desmanchava no ar. Todo esse pano de fundo histórico-sociológico-político-cultural se reflete diretamente na obra de Natsume Soseki, considerado seu melhor intérprete literário. Este livro, obra final e mais celebrada do autor, pulsa entre vários mundos: o mundo particular dos dois personagens principais e o da sociedade à sua volta; o mundo da cultura tradicional japonesa e o da modernização ocidentalizante; o mundo da política interna japonesa e o da política internacional. É, assim, um romance que capta as fortes pulsações desses mundos distintos no início do século XX, e reconstrói o modo como ecoam na vida dos dois personagens, “eu” e “professor” — como que indicando a tensão entre individualismo ocidental e coletivismo oriental, os personagens não têm nome.

A festa ao ar livre, de Katherine Mansfield
Nova Zelândia (1922)

A neozelandesa Katherine Mansfield é considerada um dos grandes nomes na arte da narrativa curta na literatura mundial. Muito admirada por seus contemporâneos, como Virgina Woolf e D. H. Lawrence, a autora recebeu, em sua época, reconhecimento do público e da crítica por sua escrita. “Festa ao ar livre” é uma coletânea de quinze contos marcados por temas como as relações sociais, os papéis de gênero na sociedade, o isolamento, a vida e a morte, e revelam o estilo inovador e perspicaz da autora, bem como sua técnica impressionante de narrar situações aparentemente corriqueiras de forma profunda e envolvente, como um mergulho na mente dos personagens.

Ao Farol, de Virginia Woolf
Inglaterra (1927)

Este livro conta a história de uma família que vai viajar nas férias de verão para a Ilha de Skye, na Escócia, e é considerado um dos mais influentes romances do século XX — além de ser tratado por muitos como o ápice literário de Virginia Woolf. Ao farol é um livro rico e multifacetado que, por um lado, revela a vida de uma família inglesa abastada da época, a ameaça da guerra, a tensão das relações familiares e os conflitos entre homens e mulheres; e, por outro, constitui-se numa delicada reflexão sobre a inevitabilidade da passagem do tempo e da morte, propondo uma jornada à consciência dos personagens e refletindo sobre a natureza da arte.

Mhudi, de Sol Plaatje
África do Sul (1930)

Escrito pelo político, literato e jornalista sul-africano Sol Plaatje ao longo das décadas de 1910 e 1920 mas publicado somente no ano de 1930, este livro conta a história de amor entre uma refugiada e seu marido enquanto eles vagam pelas paisagens — naturais e sociais — da África do Sul em meados do século XIX, num momento em que o país sofria o impacto de muitas transformações. Mhudi é o primeiro romance escrito em inglês por um homem negro do continente africano, e tornou-se um dos marcos fundamentais da literatura sul-africana.